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A Indústria de molhos e temperos - Parte 1: Uma breve análise do consumo.



O consumo de molhos é rotineiro em todas as regiões do país e vem crescendo constantemente, uma vez que os consumidores valorizam, cada vez mais, a qualidade gastronômica e sabores diferenciados dos seus alimentos. Dados recentes indicam que o Brasil é o maior mercado do ramo na América Latina. É importante frisar que esse estudo tem como base os molhos que podem acompanhar uma refeição.

A opinião dos brasileiros quanto aos molhos é conservadora: a preferência nacional é por produtos e marcas que já são populares. Uma maneira de quebrar essa opinião é disseminar a cultura gourmet (que vem crescendo em Pernambuco com as cervejas artesanais, foodtrucks e cafés, por exemplo) nos temperos e alimentos exóticos ou premium. Isso demonstra que o brasileiro está procurando status social, também, na alimentação do seu dia-a-dia.

Apesar do conservadorismo, a invasão da cozinha japonesa mostra que o consumidor brasileiro ainda está aberto para novas experiências culinárias. Essa oportunidade de mercado levou várias empresas a colocarem em sua produção temperos como, por exemplo: shoyu, teriaki e wasabi (Figura 1). Outras, por sua vez, incluíram até o saquê (bebida alcoólica feita pela fermentação do arroz) no seu cardápio de bebidas.


Figura 1: Variações de shoyu (tradicional, light, premium e picante) da Sakura.

Outro exemplo dessa adaptação à culinária estrangeira é a Hellmann’s, que apostou em uma linha de produtos gourmet de três países diferentes (Figura 2): Grécia (maionese com azeite de oliva extra virgem); Itália (maionese com vinagre balsâmico) e Nova Iorque (extra cremosa).


Figura 2: Variações de maionese de diferentes países (Grécia, Itália e EUA) da Hellmann’s.

Um mercado que vem crescendo muito devido à mudança da cultura do brasileiro nos últimos anos é o de produtos saudáveis (fitness). Os molhos também entraram nessa febre de redução das calorias, gorduras e sal na produção (Figura 3) e diversos restaurantes passaram a colocar em suas mesas as opções light dos molhos já presentes (shoyu light, ketchup light, versões zero açúcar, entre outros).


Figura 3: Exemplo de marcas que vendem molhos versão zero.

O coordenador de Pecuária da Agroconsult, Mauricio Palma Nogueira, estimou nesta terça-feira (25) que o consumo per capita de carne bovina no Brasil deve aumentar, neste ano, em torno de 5 quilos para 40 quilos. O molho Barbecue, por estar diretamente relacionado ao consumo de qualquer tipo de carne (bovino, suíno, avino e etc), é um excelente investimento para os fabricantes de molhos e condimentos que pretendem expandir sua marca nos próximos anos.

Fonte: Tendencias do mercado alimentar do Brasil - DocPlayer

Estadão/BeefPoint

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